90,4 KG.

06KG A MAIS EM 06 MESES.

SEM COMENTÁRIOS.

 

:: Postado por Cacauzinha às 16h23
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Obesidade & Sexualidade - Vale a pena ler!!!!

Ola pessoal..continuando o topico anterior em que mencionei sobre emagrecer e ter que lidar com o assédio... achei um estudo EXCELENTE do Hospital das Clinicas de SP.. é ENORME, porém quem quiser ler o artigo na integra, leia AQUI.

Caso queira ler apenas a parte relativa a OBESIDADE E SEXUALIDADE..leia abaixo - SO ESSA PARTE OCUPA 03 POSTS!! VAI ENCARAR?

Quando pensamos nos vários problemas decorrentes do fato ser gorda, percebemos que são atingidas áreas sensíveis, como infidelidade, insatisfação sexual, raiva, e, a coisa mais importante e dolorosa - o medo de ser um fracasso como pessoa.

Existe relação entre comer exageradamente e sentir frustração sexual. Nem todas as pessoas sexualmente frustradas comem exageradamente, mas o inverso é verdadeiro: as que comem de forma compulsiva não se sentem sexualmente gratificadas (com sensação de plenitude, calma e satisfação). A pessoa sexualmente realizada tem um contato satisfatório com seu corpo, percebe as suas necessidades e procura racionalmente atendê-las.

A autonegação do prazer leva a pessoa a rejeitar seu corpo e a reduz a uma dependência infantil em relação à comida, que passa a ser a única forma de satisfação corporal. Outras maneiras não saudáveis de descarregar as frustrações são os atos delinquencias, o alcoolismo, o uso de drogas, a promiscuidade sexual, etc.

A gordura pode ser o mecanismo utilizado pela obesa para negar sua sexualidade, evitar os perigos a esta associados e protegê-la do assédio dos homens. É como se seu objetivo fosse construir um muro de carne entre ela própria e os outros. Aos poucos, sua fome de vida, fome sexual e fome espiritual convergem num único desejo, o do alimento proibido.

Não tendo noção de sua própria identidade feminina, pode acontecer da mulher conseguir definir a si própria baseada apenas em valorem masculinos, ou pelo tipo de relação que mantém com os homens; surgem, assim, a mãe bondosa, dedicada e paciente; a filha dócil e obediente; a esposa elegante, discreta, perita nas prendas domésticas, com noção superficial sobre vários assuntos (o suficiente para conversar com outras esposas), e bem mais conhecida pelo sobrenome do marido do que pelo próprio nome.

Várias mulheres, ao se tornarem adultas, engordam com medo de serem transformadas em objetos sexuais. Outras ficam obesas como forma de neutralizar sua identidade sexual perante as outras pessoas; para estas, o peso constitui-se uma proteção, por trás da qual se escondem.

Se retira os aspectos sexualizantes, a obesidade também afasta os aspectos competitivos presentes nas interações. Sentindo dificuldade para lidar com estes aspectos, a mulher obesa nem mesmo tenta entrar no "mercado", pois antecipadamente não se propõe a vencer, e aliás nem mesmo a entrar no "jogo". Renuncia à possibilidade de ser protagonista, contentando-se com o papel de coadjuvante, ou seja, a "melhor amiga", a "confidente". Nos romances, sabemos, a heroína é sempre magra e esbelta; gorda é a amiga solteira, a criada de confiança, a prima feia, a "tia fofoqueira", etc.

A mulher gorda deseja esconder-se mas, paradoxalmente, ela é sempre a pessoa mais notada.

Com tudo isso, fica fácil perceber que a gordura transforma-se no símbolo visual de todos os aspectos físicos e psicológicos que a pessoa odeia em si mesma. Não ocorre uma adequada percepção do "eu", pois a obesidade substitui a identidade: não existe identidade - a pessoa é "só gorda".

O deslocamento dos impulsos sexuais para a comida freqüentemente começa já na puberdade. Mais tarde, as fantasias sexuais "impensáveis", não aceitas, também são deslocadas para a comida.

:: Postado por Cacauzinha às 16h48
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Obesidade & Sexualidade - PARTE II

A obesa nega a sexualidade e o amor, evita ser desejada, mesmo que seja renunciando à sua feminilidade, à possibilidade de ser bela, e até à própria liberdade (pela diminuição da mobilidade): tende a tornar-se um vegetal, sem noção de corpo e de ego. Sua figura pode ser agradável ("gordinha simpática", "gorda bonachona"), como vimos não é competitiva. Mas é inconsciente de seu papel no mundo, é inconsciente de seu relacionamento consigo própria e com sua feminilidade; o caminho trilhado é o de preencher o vazio através do comer ou do "beliscar" o tempo todo. E isto leva à depressão e aos pensamentos ou tendências suicidas, pois existe um profundo grau de negação da vida.

Excesso de alimentação e casamento podem ter uma interação importante. É sempre oportuno lembrar que o problema de peso não deve ser encarado isoladamente, mas dentro de um contexto, que tem a ver com o estilo de vida da pessoa, onde se incluem sua auto-estima, os sentimentos sexuais e a satisfação conjugal.

Engordar após o casamento é um fato extremamente comum. Sentindo-se mais segura por considerar-se "garantida", a mulher pode achar que é tempo de abandonar os sacrifícios do regime e "premiar-se" com as guloseimas que aprecia, mas era obrigada a privar-se.

"Dona-de-casa" é uma das profissões mais "engordativas" que existem. Pouco valorizada, mal recompensada, às vezes desprezada, é na cozinha que ela se refugia para armar suas trincheiras contra o tédio, a depressão e o amargo sentimento crônico de inutilidade.

Muitas mulheres fazem uma ligação inconsciente entre comer doces e o prazer sexual. Algumas falam, meio sérias, meio brincando, em orgasmo gastronômico" (Alexander Lowen: "O corpo traído"), ao se referirem aos prazeres proporcionados por suas comidas prediletas. Se o casamento não lhes fornece a sonhada gratificação sexual e afetiva, recorrem à comida no papel de substituto. "O comer até que o ego caia no inconsciente torna-se paródia do orgasmo; por trás disso, está o forte desejo de libertar-se da tensão na paz, no sono e até na morte" (Marion Woodman: "A coruja era filha do padeiro").

As queixas mais comuns de decepção referem-se à baixa freqüência das relações sexuais, ao desinteresse do marido por sexo e à pouca gratificação pela qualidade das relações sexuais.

A insatisfação conjugal pode chegar a um ponto em que as carências emocionais e sexuais são confundidas com a fome física, podendo ser atendidas concretamente, ainda com a vantagem de não depender de ninguém (entenda-se o marido) para se satisfazer.

Por isso, Stuart R & Jacobson B ("Peso, sexo & casamento") dizem que "um mau casamento é tão engordativo como um sundae com calda de chocolate".

Além da parte sexual/genital propriamente dita, as relações conjugais freqüentemente são insípidas, sem sabor, ou tornam-se dramaticamente infernais. Insípidas quando o relacionamento é vivido no clima do faz-de-conta; infernais quando os parceiros colocam-se mutualmente exigências difíceis de serem atendidas (Sylvia Perera: "Caminho para a iniciação feminina").

Muitas mulheres mostram um claro temor de parecerem sexualmente atraentes, por confundirem sensualidade com promiscuidade. Para algumas, o desejo de manter sexo extraconjugal aparece ou aumenta quando emagrecem, e diminui ou desaparece quando engordam, além de que diminui o desejo de transformar fantasias sexuais em realidade. Da mesma forma, o desejo sexual aumenta e a inibição sexual diminui quando elas se sentem satisfeitas com seus corpos.

Muitas mulheres, de forma consciente ou inconsciente engordam como tentativa de inibir o desejo sexual do marido e também o seu próprio interesse sexual. Esta aversão ao sexo marital ocorre sobretudo em três tipos de situações: quando o marido é muito gordo e sua obesidade causa repugnância à mulher; quando a vida sexual do casal torna-se extremamente rotineira e monótona; e quando o marido é desintessado sexualmente.

Engordar, para manter o marido à distância e evitar o sexo, curiosamente não acontece nos casamentos mais infelizes (onde é mais fácil dizer "Não!", além de que os maridos também já não estão interessados em sexo) - mas nos casamentos medianamente infelizes, onde a estabilidade da relação parece ser mais importante do que o amor-próprio e do que o próprio corpo. É principalmente nestas mulheres - desassistidas afetiva e sexualmente - que podemos observar como o lado feminino erótico e lúdico fica compactado dentro da gordura e da excessiva massa corporal.

Às vezes, o peso da mulher é o principal assunto de sua vida conjugal. Pode até acontecer de ela não emagrecer como forma de demonstrar resistência à vontade do marido. É claro que seu corpo se transforma num campo de batalha, mas esta mulher parece estar querendo se convencer de que é melhor ser "gorda e independente" do que "magra e submissa".

 

:: Postado por Cacauzinha às 16h47
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Obesidade & Sexualidade - PARTE FINAL

Os maridos podem exercer um importante papel na manutenção da obesidade da mulher. Uma das principais maneiras é estar constantemente solicitando que ela emagreça, embora o que realmente consigam é fazer com que a mulher se sinta ofendida e rejeitada. Como um número enorme de mulheres se considera gorda independentemente do peso, a crítica do companheiro apenas confirma a sensação de que ela deve emagrecer se deseja ser estimada. Outra forma é jogar diretas ou indiretas, onde são feitas comparações com outras mulheres; pode acontecer de a esposa se sentir tão culpada que até justifique o fato de ele ter uma amante "magra".

Há maridos cuja especialidade é a "dupla mensagem", isto é, enviam simultaneamente mensagens contraditórias entre si, de modo que qualquer resposta estará irremediavelmente incorreta. Um dos exemplos mais freqüentes da dupla mensagem é dar a entender à esposa que deseja vê-la magra e estar constantemente comprando bombons para ela, ou convidando-a a comer pizza.

O marido também boicota o regime da mulher quando obtém benefícios secundários da obesidade desta. Os motivos são vários, desde o medo da infidelidade dela (caso fique magra) - levando a ciúmes, suspeitas, temores e ataques - passando pela falta de interesse sexual ou até impotência (onde a gordura é "culpada") e chegando até à própria obesidade masculina (ele se sentiria desmoralizado e menos atraente sexualmente se apenas ela emagrecesse).

Enfim, tudo isso mostra como o contexto, o ambiente em que vive a mulher obesa, pode contribuir para o seu emagrecimento ou para a manutenção da gordura.

Embora os homens gordos possam ser "perdoados" e aceitos por terem uma boa posição sócio-econômica, profissional ou simplesmente por serem considerados inteligentes, na mulher gorda nada se perdoa, tudo é motivo para críticas depreciativas - inclusive feitas por outras mulheres.

Resumindo, o excesso de peso pode oferecer os seguintes benefícios à mulher obesa:

- proteção contra ameaças sexuais;
- proteção contra o sexo extraconjugal;
- uma maneira de exprimir (ou reprimir) raiva;
- proteção contra o risco de fracassar;
- sensação de vitória na luta contra o poder masculino.

Qualquer que seja o caso, é recomendável um trabalho de auto-conhecimento - a fim de que a mulher possa aprender a reconhecer e identificar de forma consciente as suas emoções, sentimentos e percepções - onde ela poderá modificar este padrão de comportamento, em que as decepções e frustrações se manifestam e são compensadas de forma física, através do excesso de comida e da obesidade.

O trabalho de conscientização psicoterápico traz a possibilidade de fazer com que a pessoa pesquise sua relação com o próprio corpo enquanto corpo feminino, com a família de origem, com a vida afetiva e sexual, enfim com um universo que parecia destruído e destruidor ao mesmo tempo.

Desta forma, a paciente poderá compreender a sua obesidade como um sintoma, buscando - ao lado do tratamento dietético - encontrar um caminho para a compreensão de si própria, enquanto mulher e enquanto pessoa.


SUGESTÕES DE LEITURA

- Liberman M - Obesidade e mitos: O feminino posto em questão. Junguiana, 12:34-47, 1994.
- Lowen A - O corpo traído. São Paulo, Summus, 1979.
- Miller PM & Rankin H - Se sou tão inteligente por que como tanto? São Paulo, Siciliano, 1992.
- Perera SB - Caminho para a iniciação feminina. São Paulo, Paulinas, 1985.
- Stuart R & Jacobson B - Peso, sexo & casamento. São Paulo, Saraiva, 1990.
- Woodman M - A coruja era filha do padeiro. São Paulo, Cultrix, 1991.


 

:: Postado por Cacauzinha às 16h43
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Post Coletivo Mais Magras / Emagrecimento Saudável

Post coletivo : Você tem MEDO do quê?

Interessante esse assunto...sou muito cagona, tenho medo de muitas coisas. Mas aqui temos que falar especificamente de medos relacionados ao processo de emagrecimento entao, lá vai..

- Medo do desconhecido. Alguém que ja foi magra e engordou, sabe pra onde quer voltar.  Mas a vida inteira eu fui – ou me considerei – gordinha, então nao tenho parâmetros próprios pra saber pra onde estou indo...  eu nao peso 70kg desde 1993...e quando tinha esse peso, com 21 anos, achava q era gorda(hj eu sei q nao era). Deu pra entender?

- Tenho medo de nao conseguir;

- Se conseguir, medo de voltar a engordar ...

- Se conseguir, tenho medo de não gostar do resultado – fisicamente falando: Já havia postado tempos atras q tinha medo de ficar muxibenta..eca! Mas muitas das nossas amigas estao mostrando q com atividade fisica bem orientada e constante, esse risco eh ZERO.

- Nao é exatamente um medo, mas uma curiosidade: depois que eu resolver esse problema que ocupa quase 24hs da minha mente há mais de 20 anos, o que vou fazer? Vai sobrar muuuuuuuuuuito tempo livre! Rsrsrsrsrs

- Medo de não saber lidar com o aumento do assédio masculino.Siiiiiiiiiiiiiim, me preocupo com isso!!! Sim, a gordura acaba nos protegendo de várias situacoes, incluindo essa. Sem a capa da gordura a nossa beleza aparece AINDA MAIS e aí.... para as que sao casadas, ou comprometidas...elas descobrem um companheiro mais feliz, mais orgulhoso - e  muitas vezes, muito mais ciumento!!! E pra quem ta solterissima como eu...haja jogo de cintura pra organizar a fila! Rsrsrsr

- Medo de falir de vez..pq se usando GG eu já sou super hiper ultra mega consumista..Imagina podendo comprar em qualquer loja e aproveitar todas as liquidacoes???

Na verdade, creio que não são exatamente MEDOS, mas são coisas que me vêem à mente quando penso em emagrecer. Por isso mesmo é que penso que qualquer processo de emagrecimento tem que ser lento o suficiente para que possamos ir assimilando as mudanças no corpo e na mente, ir se acostumando com as conquistas, e curtindo cada uma delas. Assim, quando chegarmos onde queremos, sabemos exatamente o valor da caminhada...e acho q dificilmente vamos querer passar por tudo isso de novo!

Beijos...estou visitando todos os blogs nesse fim de semana..Mas meninas, alguns blogs estao pesados demais, muitas fotos,musiquinhas e sei la mais o que, e nós pobres usuárias de internet por linha discada, não conseguimos abrir! Portanto se eu nao comento no seu blog há muito tempo é pq provavelmente ele nao abre pra mim tá?

Fui!


 

:: Postado por Cacauzinha às 01h18
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Nome:Cacauzinha
Image Hosted by ImageShack.us Idade:34 aninhos
MSN:claudialuizsilva@ig.com.br
Cidade:Rio de Janeiro
Amo: MPB, Black Music, filmes, viagens,gente interessante, vinho, Denzel Washington, Will Smith, Rocco Pitanga, Seriados da Warner, praia, chocolate, Agua de Coco, etc etc etc
Odeio:Mentiras, sacanagens, falsidade, desonestidade, gente futil, invejosa, mesquinha e coisas que nao me acrescentem nada de bom nessa vida.Ah, tambem nao suporto Jiloh!! rsrsr
Minha Historia:Sou carioca, tenho 34 anos, sou separada, canceriana,flamenguista e trabalho atualmente como Gerente de Servicos em uma provedora de Telecomunicacoes e TI voltada para as empresas do setor aereo. Fui uma criança magra, cuja mãe deu litros de PERIATIM, BUCLINA, COMBIRON e todos aqueles anabolizantes infantis que as mães nos davam pra nos ver com aquela bochecha de comercial de neston - na década de 70, criança bochechudinha era sinal de saude e magreza era motivo de preocupação. So comecei a engordar no início na adolescência e desde então venho brigando com a balanca. Hoje vejo que em muitas fases da minha vida, a partir da adolescencia, tentava alcancar padroes de beleza que nada tinham a ver comigo, fui magra e nao sabia, por que a a maior parte do tempo sempre me achei gorda! Hoje ESTOU obesa de verdade e sei disso...Vinha há anos me equilibrando no sobrepeso, em torno de 76kg, mas depois de um casamento de 03 anos que não terminou nada bem, disparei e cheguei a 89kg. Hoje estou com 87,0kg para 1,62m e minha meta é chegar aos 70kg. Para isso faco reeducacao alimentar com orientação de uma endocrinologista que visito a cada 30 dias. Comecei a tomar sibutramina em junho, mas já parei porque honestamente não vi nenhum resultado tão estupendo que justificasse o custo do remédio. No momento não estou fazendo atividade física mas pretendo recomeçar em dezembro, quando concluir a universidade.Tenho um biotipo ginóide, tenho quadril largo, bunda grande, coxas grossas, e não há como fugir do biotipo. Gosto do meu corpo, só quero sair do GG apertado para o M sem stretch(rsrsrsrs). E a atividade fisica regular é fundamental pra isso. O que aprendi, depois de dezenas de medicos, regimes, chas, formulas, shakes e tudo o mais que se possa imaginar,de tudo que acertei e errei ao longo da vida, que para vencer a balanca eh preciso antes FAZER AS PAZES com ela - eh preciso que nos aceitemos, do jeito que somos e nos amemos incondicionalmente. E a partir dai, buscar o melhor. Acredito que não somos tristes por que estamos gordas - eh o contrário. O que fazemos com o nosso corpo é um retrato do que já passamos na vida, de coisas ao nosso redor que nos entristecem, nos afligem e por não sabermos, ou não termos coragem de reagir, descontamos na comida, usando-a como companhia e consolo, diversao, etc. Para mim, EMAGRECER EH A CONSEQUENCIA DE ESTARMOS DE BEM COM NOSSA PROPRIA IMAGEM. Nao importa o que a balanca nos mostre - todas nos somos lindas, inteligentes, e dignas de sermos felizes, admiradas, respeitadas e amadas, por nos mesmas e pelas pessoas ao nosso redor. Somente quando nos amamos e nos consideramos merecedoras do que ha de melhor na vida, paramos de nos agredir e passamos a fazer o melhor por nos mesmas e isso inclui o nosso corpo. Já conquistei muitas coisas nessa vida e tenho muito mais a conquistar..e sei que conquistar a posse do meu corpo, e modela-lo para que fique do jeito que eu quero, é uma das mais importantes. Mas sou feliz, e com 70kg serei feliz..e MAIS MAGRA.rsrsrs Espero poder compartilhar experiencias com vcs, falar do que tentei e deu certo, ou não deu...e tornar essa caminhada rumo ao corpo saudável um caminho longo, porem prazeroso.. E SEM VOLTA!

  • Minha trajetória
  • Data Peso IMC Falta
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     17-jun-06  86,800  33,07  16,800
     29-jul-06  87,000  33,15  17,000
     5-aug-06  87,000  33,15  17,000
     12-aug-06  88,000  33,53  18,000
     19-aug-06  88,000  33,53  18,000
     25-aug-06  86,800  33,07  16,800
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